|
As Ruínas Romanas de Tróia, classificadas como Monumento Nacional desde 1910, são o maior complexo de produção de conservas e molhos de peixe conhecido no Ocidente romano.
Conhecidas desde o século XVI, foram alvo de várias campanhas de escavação, a primeira das quais no séc. XVIII, por iniciativa da Infanta D. Maria, futura D. Maria I, e outras de grande envergadura nos séculos XIX e XX. Estas escavações puseram à vista várias oficinas de salga, umas termas, um núcleo residencial, uma rota aquaria, um mausoléu, uma basílica paleocristã e várias necrópoles.
Ao abrigo de um protocolo celebrado em 2005 com o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e o Instituto Português de Arqueologia (IPA) (actualmente integrados no Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR)), cujos objectivos são a salvaguarda, a recuperação, o restauro e a valorização das Ruínas, o troiaresort tem uma equipa de Arqueologia a desenvolver trabalhos neste sítio arqueológico.
Embora ainda estejam em curso trabalhos de valorização, há um calendário de visitas guiadas que varia consoante a época do ano.
|